domingo, 11 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Bolama Está De Luto
sábado, 27 de outubro de 2012
"Bolama" Palco de Violencia Repressão e Tortura
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
O Brasil defende que haja uma plataforma comum para que a Guiné-Bissau volte a receber assistência internacional. Um governo de transição assumiu a administração do país, após uma junta militar ter levado a cabo um golpe de Estado a 12 de Abril.
Em entrevista à Rádio ONU, a embaixadora do Brasil junto das Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti, que também preside a estratégia da Comissão de Consolidação da Paz da organização para a Guiné-Bissau, falou sobre a necessidade de mudanças.
Parceiros
"Estamos procurando reunir os países que são os principais parceiros da Guiné-Bissau para estabelecer uma plataforma comum que permita a retomada da assistência mas é preciso que haja mudanças no país. Em primeiro lugar, foi instalado um regime de transição que não é reconhecido internacionalmente e que não tem condições mínimas de responder às necessidades políticas internas. Então, é preciso que haja mudanças e, também, uma plataforma comum entre os parceiros do país para apoiar mudanças que vão na direção correta", frisou.
Segundo analistas, a atual liderança da Guiné-Bissau divide opiniões da comunidade internacional. Se por um lado a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa defende a reinstalação do governo deposto, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, Cedeao, apoia as autoridades de transição.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Hoje é o dia de aniversário do pai da nacionalidade ou
seja de libertação de Guiné e Cabo-Verde.
“Essa luta
(…) sejam quais as forem as formas que assume, reflete a consciência ou a
tomada de consciência de uma identidade própria, generaliza e consolida o
sentimento de dignidade, reforçado pelo desenvolvimento da consciência
política, e vai beber às culturas das massas populares em revolta uma das suas
principais forças. ”
Amílcar Cabral
Amílcar Cabral nasceu na Guiné Bissau (Bafatá) no dia 12
de Setembro de 1924, e mudou-se para Cabo Verde ainda muito jovem. Estudou no
Mindelo, S. Vicente. Viajou para Portugal nos anos 40 para fazer um curso,
regressou para Bissau e com outros companheiros fundou o Partido Africano para
a Independência da Guiné e Cabo Verde - PAIGC. Cabral viria a ser brutalmente
assassinado em Conacri por dois membros do seu partido a 20 de Janeiro de 1973.
“Cabral ca morri, Cabral e liberdadi”,
pois Cabral continua vivo na história de Guiné-Bissau. Cabral trouxe-nos a
liberdade, a alegria, e o orgulho em ser Guineense africano.
Cabral é a nossa história, o nosso passado, mas Cabral irá sempre estar no
nosso presente e fazer parte do nosso futuro.
A coisa tá feia hein...Guiné-Bissau: Primeiro-ministro de Transição assume controlo do SIS
Bissau - O Primeiro-ministro de Transição, Rui Barros, assumiu o controlo da Direção-geral de Serviço de Informação de Segurança (DG SIS) da Guiné-Bissau.
O atual Diretor-geral desta instituição, Serifo Mane, já efetuou despachos conjuntos com o Chefe do Executivo de Transição, há mais de dois meses.
Este fato foi confirmado à PNN por uma fonte da DG SIS. Contudo, Serifo Mane tinha sido nomeado e empossado pelo atual ministro do Interior, que se ocupava hierarquicamente dessa instituição.
A medida não tinha entrado em vigor, apesar de a lei ter sido aprovada pela Assembléia Nacional Popular, promulgada a 22 de Junho de 2010 pelo então Presidente da República Malam Bacai Sanhá e publicada no Boletim Oficial Número 25.
Com as novas regras, compete ao DG SIS, de entre outras atribuições, informar o Primeiro-ministro acerca do resultado das suas atividade, assim como elaborar estudos e preparar documentos de acordo com as suas orientações.
No que diz respeito às competências do Presidente da República, cabe-lhe nomear e exonerar sob proposta do Governo, ouvido o agora Conselho de Segurança Nacional, integrado pelo Primeiro-ministro, o Procurador-geral da República e o Diretor-geral de Serviço de Informação de Segurança.
A DG SIS é composta por um Diretor-geral e dois Diretores-adjuntos que são igualmente responsáveis pelo serviço de Inteligência Interna e Externa, nomeados e exonerados pelo Primeiro-ministro, sob proposta do Diretor-geral, o que não foi o caso da atual direção do SIS.
De referir que a implementação na prática destas novas diretrizes era um dos conflitos com o então Presidente da República, sobre quem controla quem.

