domingo, 11 de novembro de 2012

O QUE É MILITAR?


Li hoje a noticia de Guiné-Bissau, (Lusa) em que - A embaixada dos Estados Unidos em Dakar exigiu que as autoridades de transição da Guiné-Bissau a tomarem medidas concretas "para combater o clima de impunidade que existe no país há já muito tempo e em muitos governos", referindo- se a propósito do "aparente assassinato de Luís Ocante da Silva, esta semana", um ato que a embaixada condena.

Os militares também foram apontados como tendo sido os autores dos espancamentos, em finais de outubro, de dois políticos guineenses. A chefia das Forças Armadas da Guiné-Bissau negou o envolvimento e prometeu investigar. será?

Respostas:

O miliatr não é agente público. Não expõe opinião da união ou do Estado.

Essa atuação é própria dos títulares dos cargos eletivos a saber:

Presidente da Republica, os Deputados (ANP), e os governadores no caso Guiné Bissau.

O militar não é agente Administrativo. Não cabe a ele prestar seus serviços às atividades burocraticas do Estado.

O militar não é servidor públco. Não mantém com poder público mera relação de trabalho de natureza clássica: estatuario ou celetista. Ainda porque os militares não serve, age mediante o impulso de agentes politicos, aqueles que receberam mandatos eleitivos em pleitos cívicos. Militares é, conceitualmente o agente público diferenciado.

cumpre, como agente público as elevadas funções de de preservar e defender os principios republicanos e, portanto, inerentes ao moderno Estado de Dereito, mediante subordinação à rígida hierarquiae a mais firme disciplina.

Cumpre ao militar permitir um bom fluxo do processo Politico Democrático desobstruindo- o, sempre que necessário, em defesa dos principios republicanos e, em momentos extremos, mediante o usode meios dissuasórios.

Agora não bastasse fazer comparação mas, se aqui no São Paulo morre a cada dia 12 -13, policial por dia, na Guiné-Bissau os Politicos são espacado a cada dia até a morte por mando do Comando militar, todo isso por controle de posse de Droga.




 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Bolama Está De Luto


Foi confirmado no domingo passado dia 28 a captura do tal capitão PANSAU NTCHAMA, que terá comandado um ataque a um unidade de exército Guineense.

 PANSAU NTCHAMA foi captura na ilha de Bolama e que provocou 5 mortes, desses 5 dois ( 2 ), são bolamenses estes conhecidos como: Amado e Ença, o  PANSAU, foi transportado para Bissau, segundo,  Daba na Walna revelou que Pansau Ntchama vai ser julgado no Tribunal Militar, sobre o seu alegado envolvimento no ataque ao Quartel de Para-comandos, em Bissau, sim eu concordo mas, ficou um detalhe, agora eu pregunto porque não julgamento dos outros 3 que foram brutalmente espancados, executados e jogados no Rio, isso se chama homicídio doloso quando há intenção de matar, é crime esses autores tem que ser julgados também, porque o povo não precisa de uma quadrilha criminosa nas Forças Armada.

Somos bolamenses não temos medo da água, agora só falta juntar povo de Bolama num barco e jogar no Ociano.

 
E isso tudo demonstra a fraca justiça (injustiça) do nosso estado, sobre tudo da Procuradoria Geral da Republica de Guiné Bissau.

Claro que eu sou contra qualquer tipo de golpe, vale apena fazer retrospectiva começando desde golpe de 1980, protagonizado pelo então comandante NINO VIEIRA.

 
Consequentemente em 1998 outro golpe de estado este liderado pelo o então Brigadeiro General ANSSSUMANE MANÉ, o cargo do presidente ocupado pelo Kumba Yala mas, este acabou por ser derrubado pelos Militares.

 
Nos últimos tempos, a Guiné-Bissau foi sendo referenciada como um Narco-Estado, dominado pelos barões da droga com a conivência do poder.

 
O assassinato de Nino Vieira é mais um triste voltar de página na história de um país onde a estabilidade política e social se transformou praticamente num mito. 'Nino' Vieira entrou na Guiné-Bissau ilegalmente, num helicóptero armado, de um país vizinho em 2005, e candidata-se às eleições presidenciais, tenho ganho o sufrágio na segunda volta com 52,35 por cento dos votos. No entanto, o País costuma não ouvir sua maiores intelectuais quando procura por ideias e soluções para seus problemas. Ela despreza parte significativa de sua inteligência e não sabe utilizar a força crítica de seus acadêmicos a seu favor.

Pois refiro me os casos anteriores, 17 Outubro 16.07.86, in Nô Pintcha” “ O Tribunal Militar Superior condenou à pena de morte por fuzilamento Paulo Correia, ex- Primeiro Vice-Presidente do Conselho de Estado. O ex-ministro da Justiça e Poder Local, considerado pelo Tribunal figura principal da falhada tentativa de golpe de Estado de Outubro do ano passado, “Caso 17 de Outubro”, foi condenado à pena capital juntamente com Viriato Rodrigues Pã, Binhanquerem Na Tchanda, Tagme Na Wae, Wagna Na N’Fade, Pedro Ramos, Braima Bangura, K’Pas Kull, Sae Braia Nhakpa, Lamine Cissé, N’Bana Sambú e Malam Sané.

 
Muitos temem que isso seja uma forma insidiosa de "cooptação". Melhor seria lembrar que todos os países que realizaram verdadeiro desenvolvimento social só o conseguiram quando tiveram figuras públicas dispostas a escutar o que seus intelectuais e artistas tinham a dizer --mesmo que essas falas nem sempre fossem música para os ouvidos dos que estão do outro lado. Há uma escuta do dissenso que deve ser aprendida.

 

sábado, 27 de outubro de 2012

"Bolama" Palco de Violencia Repressão e Tortura

A violência, repressão, medo, tortura dessa vez foi a Região de Bolama, 150 homens fortemente armado do Comando Militar, desembarcaram no cais de Bolama, colocando o povo Bolamense em pânico violando as casas a busca do tal "PANSAU NTCHAMA" pelo menos foi confirmado, DOIS ( 2 ), jovens espancado (Amado e o Lenhas ), somando 3 pessoas de Bolama espancado pelo Comando Militar, tudo isso foi no passado  terça feira dia 25 outubro.
A final estamos em pleno século XXI, numa era que se chama pós modernidade, onde a educação produção de conhecimento e a sua disseminação são extremamente importante e valorizada, nenhum País se faz com a violência muito menos com a ditadura repressão ao povo.
Queremos paz sossego e estabilidade; estamos farto de a cada 30 dia inventona de Golpe de estado, esse último que não tem as provas  suficiente já vão duas semanas sem achar o tal de “PANSAU” para apresentar as provas do Golpe ao povo.
Quem conhece o PANSAU em Bolama?
Nós queremos a educação, saúde, empregos na nossa ilha não repressão, não censura!!! Agora queremos que a Justiça seja feita. 
No entanto nós filhos de Bolama repudiamos esse tipo de ato cavardes que o tal de Comando Militar, está fazendo com os bolamenses, se continuassem desse jeito, estou de acordo para criar um Movimento para Libertação de Bolama (M.L.B) 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012


12 de Abril de 2012 se transformou o Estado de Guiné-Bissau numa ditadura, censura perseguição e repressão contra o povo.

Adelino Injai (Dydi) é nome dele,  esse jovem umilde batalhador  apaixonado por seu profissão (Mecanico) é alvo dos ditadores corruptos, terroristas, que  provalvelmente está sendo torturado,  espancado. o jovem estava trabalhando numa das vila (Quinhamel) arredores capital Bissau, onde foi surpreedido por homens formente armados provalvelmente a mando do tal Comando Militar, para ser levado a um lugar que nem niguem sabe.

chega, chega, chega  de barbaridade crimes impunidade na guiné Bissau já está mais de que na hora de ONU mandar Boinas azuis é o nome pelo qual são conhecidas as tropas multinacionais que servem para a resolução de conflitos internacionais em países envolvidos em conturbação social.

se a ”Justiça” tem por missão garantir e promover a cidadania, a justiça e a segurança pública, através de uma ação conjunta entre o Estado e os seus concidadãos, viemos aqui a pedir a comunidade internacionais intervir, ONU, UE, CEDEAO, CPLP,  Para que haja dialogo entendimento na resolução de problema Guineense.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Brasil defende que haja uma plataforma comum para que a Guiné-Bissau volte a receber assistência internacional. Um governo de transição assumiu a administração do país, após uma junta militar ter levado a cabo um golpe de Estado a 12 de Abril.

Em entrevista à Rádio ONU, a embaixadora do Brasil junto das Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti, que também preside a estratégia da Comissão de Consolidação da Paz da organização para a Guiné-Bissau, falou sobre a necessidade de mudanças.

Parceiros

"Estamos procurando reunir os países que são os principais parceiros da Guiné-Bissau para estabelecer uma plataforma comum que permita a retomada da assistência mas é preciso que haja mudanças no país. Em primeiro lugar, foi instalado um regime de transição que não é reconhecido internacionalmente e que não tem condições mínimas de responder às necessidades políticas internas. Então, é preciso que haja mudanças e, também, uma plataforma comum entre os parceiros do país para apoiar mudanças que vão na direção correta", frisou.

Segundo analistas, a atual liderança da Guiné-Bissau divide opiniões da comunidade internacional. Se por um lado a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa defende a reinstalação do governo deposto, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, Cedeao, apoia as autoridades de transição.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012


Hoje é o dia de aniversário do pai da nacionalidade ou
seja de libertação de Guiné e Cabo-Verde.


“Essa luta
(…) sejam quais as forem as formas que assume, reflete a consciência ou a
tomada de consciência de uma identidade própria, generaliza e consolida o
sentimento de dignidade, reforçado pelo desenvolvimento da consciência
política, e vai beber às culturas das massas populares em revolta uma das suas
principais forças. ”
Amílcar Cabral

Amílcar Cabral nasceu na Guiné Bissau (Bafatá) no dia 12
de Setembro de 1924, e mudou-se para Cabo Verde ainda muito jovem. Estudou no
Mindelo, S. Vicente. Viajou para Portugal nos anos 40 para fazer um curso,
regressou para Bissau e com outros companheiros fundou o Partido Africano para
a Independência da Guiné e Cabo Verde - PAIGC. Cabral viria a ser brutalmente
assassinado em Conacri por dois membros do seu partido a 20 de Janeiro de 1973.

“Cabral ca morri, Cabral e liberdadi”,
pois Cabral continua vivo na história de Guiné-Bissau. Cabral trouxe-nos a
liberdade, a alegria, e o orgulho em ser Guineense africano.
Cabral é a nossa história, o nosso passado, mas Cabral irá sempre estar no
nosso presente e fazer parte do nosso futuro.

A coisa tá feia hein...Guiné-Bissau: Primeiro-ministro de Transição assume controlo do SIS

Bissau - O Primeiro-ministro de Transição, Rui Barros, assumiu o controlo da Direção-geral de Serviço de Informação de Segurança (DG SIS) da Guiné-Bissau.

O atual Diretor-geral desta instituição, Serifo Mane, já efetuou despachos conjuntos com o Chefe do Executivo de Transição, há mais de dois meses.

Este fato foi confirmado à PNN por uma fonte da DG SIS. Contudo, Serifo Mane tinha sido nomeado e empossado pelo atual ministro do Interior, que se ocupava hierarquicamente dessa instituição.

A medida não tinha entrado em vigor, apesar de a lei ter sido aprovada pela Assembléia Nacional Popular, promulgada a 22 de Junho de 2010 pelo então Presidente da República Malam Bacai Sanhá e publicada no Boletim Oficial Número 25.

Com as novas regras, compete ao DG SIS, de entre outras atribuições, informar o Primeiro-ministro acerca do resultado das suas atividade, assim como elaborar estudos e preparar documentos de acordo com as suas orientações.

No que diz respeito às competências do Presidente da República, cabe-lhe nomear e exonerar sob proposta do Governo, ouvido o agora Conselho de Segurança Nacional, integrado pelo Primeiro-ministro, o Procurador-geral da República e o Diretor-geral de Serviço de Informação de Segurança.

A DG SIS é composta por um Diretor-geral e dois Diretores-adjuntos que são igualmente responsáveis pelo serviço de Inteligência Interna e Externa, nomeados e exonerados pelo Primeiro-ministro, sob proposta do Diretor-geral, o que não foi o caso da atual direção do SIS.

De referir que a implementação na prática destas novas diretrizes era um dos conflitos com o então Presidente da República, sobre quem controla quem.